Foco no que realmente importa, o negócio!

Como serviços gerenciados ajudam a direcionar a energia do time de TI?


O que o Papa pode nos dizer sobre a nova era digital e o que isso influencia na TI das empresas? A nomeação do Papa Bento XVI, em 2005, mostra algumas pessoas, tímidas, registrando o momento com seus dispositivos móveis. Em 2013, 8 anos depois, tímidas, algumas pessoas não registram o momento da nomeação do Papa Francisco em seus smartphones.



Não só o papa, mas o mundo mudou, e esse exemplo comprova que estamos mais conectados, acessando aplicativos e informações através de outros meios. E o que isso impacta nas empresas?

Tudo! A forma de interagir com seus clientes não é mais através de papel e uma vez por dia. É digital, é constante, é dinâmica! E quem não está nesse movimento, está fora do novo mercado.

Essas informações e sistemas são armazenados e processados na TI, logo ela tem se tornado extremamente estratégica, não só para as novas empresas, mas para as antigas também. Diante desse novo cenário, a TI agora é o centro das atenções dos CEO’s.

Essa tão importante interação com novo público, se faz através aplicativos que residem na infraestrutura, que consequentemente se torna muito sensível a disponibilidade e performance, elevando sua criticidade. Mas, apesar dessa mudança, é necessário saber lidar com a cultura tradicional de empresas brasileiras de que TI é reconhecida como uma área de custo.

Com o ambiente mais complexo e intolerante a falhas, investir em uma estrutura de monitoramento e em um time altamente especializado em várias plataformas para suportar novas tecnologias, se mostra necessário, mas vai contra ao que realmente importa: foco em inovar para prosperar o negócio! Essa necessidade gerou uma nova oferta no mercado: Serviços gerenciados.

O conceito dessa oferta é monitorar os ativos da TI, com o objetivo de torná-la mais eficiente e ágil às demandas. Agregando serviços de controle contra indisponibilidade, saúde, segurança, compliance check, planejamento e arquitetura de infraestrutura, resultando em cumprimento dos SLA’s e KPI’s definidos pelo negócio. Um exemplo desses serviços é o gerenciamento de hardware, administrando falhas e incidentes, além de ações preventivas e corretivas do ambiente, e de software, com aplicações proativas de patches e cumprimento de melhores práticas na integração da plataforma com a infraestrutura. Monitoramento de aplicações críticas como Banco de Dados, Correio, virtualizadas ou não. A entrega dessas soluções é centralizada em uma plataforma única de gerenciamento, service-desk e administrada por um time de especialistas multi-disciplinares.

A ideia é que a TI se afaste cada vez mais da execução (Operacional), deixando essa tarefa para empresas que possuem essa oferta, para ser uma área de transformação (Estratégica). Eventos de grande massa (Olimpíadas) vem aí, e essa visão dirá se a empresa estará ou não conectada e integrada ao seu cliente final nessa nova era de tecnologia.


Edgar Luiz          Mauro Moraes
          
Diretor de Serviços da IT-One Tecnologia da Informação

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